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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Do trono para a cruz:

        A experiência de Isaías no início do seu ministério é magnífica, dentre outras coisas, pelo seguinte fato: ela revela em fortíssima dose a glória de Deus. O Senhor é visto assentado em um alto e sublime trono, representando sua grandeza e domínio sobre tudo o que existe, algo que é até difícil de precisar em palavras. Além disso, há adoração. Perfeita, completa e digna adoração à sua glória, poder, majestade e santidade. Apenas os três primeiros versículos de Isaías são suficientes para nos causar temor e grande assombro a tamanha glória. O que acabou acontecendo a Isaías quando este se deu conta de onde estava e de quem era.

       Nós sabemos que Deus, seus atributos e glória são imutáveis. O que o profeta presenciou – em ínfima proporção, é claro – é eterno. Sempre foi assim e sempre será. Sendo assim, podemos, sem dúvidas, perceber que este acontecimento se repetiu e ficou claro em outras ocasiões. A diferença era o lugar e as pessoas envolvidas, apenas. Sobre essas outras ocasiões, quero frisar duas: o nascimento e crucificação de Jesus, que estão diretamente associadas à glória do Pai.

         O discípulo amado fez uma declaração surpreendente – tanto para mim e você quanto para seus contemporâneos (João 1.14). João faz questão de nos levar à compreensão de que a vinda de Cristo era uma poderosa manifestação da glória de Deus. Aquela mesma noção que Isaías teve, nós podemos ter com esta declaração dele, guardando-se algumas mudanças: do Trono para terra; da posição de honra para a de servo; da glória para o desprezo; da dignidade intrínseca para o anonimato.

          Essas diferenças não impediram João de testemunhar da glória porque, com todas essas mudanças, a Pessoa era a mesma. Sim, o nascimento de Jesus foi uma tremenda manifestação da glória de Deus porque Ele mesmo estava se esvaziando e providenciando eterna redenção (Fp 2; Hb 9). Com exceção da Transfiguração (Lc 9), que nos deu uma ideia de sua eterna Majestade, foi por esses meios que “vimos sua glória”.
         
          No entanto, há algo mais a ser considerado para que tenhamos a completa compreensão da glória do Pai, conforme João teve. O que nos falta é ver, como Jesus via, a fonte de glorificação de Deus. Esta fonte era a Cruz. Chegar ali era o que O sustentava (Jo 4.34), sem que seu olhar se desviasse disso (Jo 12.22-24). Justamente o lugar mais vergonhoso, mais indigno, que nem de longe lembrava a visão tida por Isaías, era o que completaria a glorificação do Pai e que nos garantiria, de uma vez por todas, a remoção dos nossos pecados, nossa justificação, nosso resgate e reconciliação.

          “Agora, pois, glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que eu tinha contigo antes que o mundo existisse.” (Jo 17.5.) Como seria possível isto? Pela Cruz. A obra precisava ser consumada; “o fruto do trabalho da sua alma” precisava ser colhido; a satisfação do Pai precisava acontecer. E aconteceu! Nossa dívida foi cancelada; nossos pecados postos sobre Ele; nossa inimizade destruída; um novo e vivo caminho foi aberto e... sua glória irradiada por toda terra – por todo o universo! De fato, nada e em nenhum outro lugar da história glorificou tanto a Deus como o Seu plano de a Si mesmo Se dar por nós, por meio do Seu bendito Filho.

           Do trono para a cruz e agora de volta para a glória: essa foi a trajetória do Cristo de Deus – o próprio Deus! Como resultado, Ele foi exaltado sobre todo trono e reino, tornando-se o único digno de ser reconhecido como Senhor “para a glória de Deus Pai” (Fp 2.11) e único meio pelo qual nós vamos a Deus.

          Não há como negar que Deus não abriu mão de sua glória. Ela sempre se manifestou, mesmo em Jesus completamente esvaziado de sua divindade. Eu me surpreendo e me atemorizo quando tento me colocar no lugar de Isaías, mas muito mais ao me deleitar em tamanho amor que levou Jesus às últimas e terríveis consequências da cruz e em tudo aquilo que ele conquistou por mim ali. Sempre, sempre “para a glória de Deus Pai”.

         Não é em vão que o Novo Testamento nos recomenda a uma vida com Cristo, com divino amor por Ele. Pelo amor de Deus, vá até Ele e deixe-o moldar seu caráter até que sejas ao máximo parecido com o Pai, de maneira que o mundo veja isso! Há riquezas inefáveis advindas da glória do pai, como nos garante Paulo. E estas riquezas somente podem ser possuídas com Cristo em nós, a esperança... da glória (Cl 1.24-27).

::Tiago Lino Henriques
Extraído do portal lagoinha.com
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quarta-feira, 11 de maio de 2011

Transformando água em vinho novo


Há uma passagem bíblica que me encanta, refiro-me ao milagre que Jesus realizou numa festa de casamento. Lendo a respeito deste acontecimento deparei-me com uma curiosidade a respeito deste feito. Esse texto está no Evangelho de João, capitulo 2, versos 1 a 12.



O texto já descreve a finalidade dos potes utilizados na execução do milagre (em outras versões podemos encontrar a palavra “talha”), e em algumas Bíblias de estudo há breves relatos a respeito desses potes. Esses potes ficavam em frente às casas, podemos considerar como que um "ritual". Os judeus mais conservadores usavam os potes para cumprir as regras das purificações cerimoniais e nem mesmo num momento de celebração, que era o do casamento na ocasião, esses costumes eram deixados de lado.



Mas o que me chamou a atenção é o fato de que até mesmo numa festa de casamento os judeus honravam – os rituais de purificação. O velho tradicionalismo e religiosidade que mata, e que é maquiado em nossas igrejas! Mas imaginem só: Nosso Senhor Jesus Cristo transformou aqueles potes, símbolos pesados da dispensação antiga, em odres de vinhos, anunciando a chegada das boas novas. Da água usada pelos fariseus para as purificações cerimoniais veio o vinho novo de 1ª qualidade! Se naquela ocasião o tempo da purificação ritual havia passado para dar lugar ao tempo da celebração, imagine se permitirmos que o Senhor faça a mesma coisa com os potes de "nossas casas"? Acredito que seja tempo de celebração para TODOS, mas acima de tudo, deve ser o tempo de prioridade...



Diante das dificuldades, devemos falar primeiramente com o Senhor. Nos momentos felizes, dar exclusividade a Ele... Maria foi até o Mestre. É bem verdade que ela sabia quem Ele era, mas Maria poderia simplesmente avisar diretamente ao responsável pela festa sobre a falta do vinho, mas ela foi até ao Senhor!



Podemos transformar nossa tristeza em alegria aprendendo a priorizar o Senhor e permitindo que Ele transforme a água de nossos potes em vinho novo! Deus merece o melhor, então olhemos para o alvo: JESUS!!!



:: Por Giane S. Santos.
   Extraído de http://www.lagoinha.com/

sábado, 8 de janeiro de 2011

Lâmpada ou Estrela?

(Mateus 4.8-10)                      
Aproveitando os dias de férias, fomos, eu, minha filha e dois amigos ao Mirante na Praça do Papa, um dos belos lugares de Belo Horizonte. Ficamos lá, parados, em silêncio por um tempo, olhando para baixo, para todas as luzes que a cidade apresentava. Luzes coloridas que piscavam freneticamente como uma corrente sanguínea escorrendo feito um rio amarelo e vermelho. Uma cidade viva, pulsando com todo o seu brilho cheio de glória. Milhares de carros iam e vinham, prédios e suas luzes, anúncios e propagandas, tudo mostrava uma cidade que não para na busca de mais brilho. Insaciável.
               
No deserto, Jesus foi levado a um alto monte de onde o diabo lhe mostrou toda a glória do mundo, todas as luzes e brilho, e lhe ofereceu tudo, se Ele o adorasse. Como sempre, o diabo mostrou a direção errada, ele mostrou o chão. Tudo o que ele pode mostrar, o que pode oferecer, só pode ser visto olhando para baixo, toda glória caída foi posta diante de Jesus, o preço era simplesmente curvar-se a ele. Fácil e barato? Puro engano. 
Lá no Mirante, tirei os meus olhos das luzes da cidade. Mudei a direção do meu olhar. Olhei para cima, para o alto, para as estrelas, contemplei o que foi feito pelas mãos de Deus e que não pode ser tocado de forma natural. Depois de ficar apreciando a grandeza de Deus, olhei novamente as luzes ilusórias da cidade. De cima daquele monte, então a pergunta foi feita: para onde olhar? Para o temporal ou para o Eterno? Para o que se apaga ao amanhecer ou para a luz que nunca falha? Sempre haverá uma opção. Uma direção a tomar. Uma luz a seguir. Uma escolha feita todos os dias.               
Descemos do Mirante, nós quatro, cantando e rindo com a alegria de olhar para todas as luzes da cidade de um ponto de vista privilegiado. Olhamos para todas estas coisas através de Cristo, estamos Nele. A nossa escolha foi feita, preferimos olhar para o alto. Escolhemos olhar para onde Jesus escolheu olhar, adorando a Deus.                                  
Para onde você quer olhar? Qual será a luz que você irá seguir?

“Eu, Jesus, enviei o meu anjo, para vos testificar estas coisas às igrejas. Eu sou a Raiz e a Geração de Davi, a resplandecente Estrela da Manhã.”
(Apocalipse 22.16.)

::Nilma Gracia Araujo
nilmaraujo@hotmail.com      
Membro da I.B.C.V.N e aluna do Seminário Teológico Carisma


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quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Jesus tinha os piores amigos do mundo


Todo homem se sente sozinho ao menos uma vez na vida. Na maioria das vezes por que percebe que mesmo estando cercado de pessoas, dificilmente conta com o apoio incondicional da amizade alheia. Então as pessoas entram em crises. E se esquecem que a figura de Cristo não foi nem um pouco agraciada com amigos excepcionais.
O problema da amizade no mundo contemporâneo é a busca da aceitação. Queremos quem nos aceite do jeito que somos. Quem compreenda o que não faz sentido. Quem veja o que só pode ser discernido mediante a fé. E se não encontrarmos amizade neste nível, desanimamos, choramos, lamentamos.

Aí você olha para os “amigos” de Jesus e se surpreende. Ele era cercado pelos homens mais incompententes, inseguros e interesseiros da face da Terra. E no meio de seus amigos havia também um traidor. E não há coisa mais desagradável do que conviver com quem irá certamente te apunhalar pelas costas num futuro próximo.

Mas Jesus não viveu estas crises. Ele sabia quem era e qual sua vocação. Ele entendia que o relacionamento com as demais pessoas ao seu redor não podia ser estabelecido apenas segundo a conveniência. E ele tomou a única decisão lícita para quem quer viver o evangelho integralmente: dar de si mesmo sem reservas.

O problema das pessoas com o convívio em comunidade se dá principalmente pela dificuldade que temos em prestar contas de nossa vida. E isto acontece por que não temos amigos. Temos “conhecidos”. Mas não há cumplicidade nos relacionamentos. É como se as pessoas não fossem boas o suficiente para que nós possamos nos expor. E realmente elas não são. Nem elas, nem nós mesmos.

A vida em comunidade COM COMPROMISSO é parte das disciplinas espirituais indispensáveis para quem quer fazer parte da Igreja de Cristo. Não somos Igreja apenas por sermos dois ou mais. Somos Igreja quando nos submetemos voluntariamente uns aos outros e aceitamos a repreensão do outro. Somos Igreja quando caminhamos mais devagar por que o propósito do REINO é que o indivíduo renuncie a seus direitos em favor dos outros. Morremos para que a COMUNIDADE viva.

Você precisa de amigos? Reflita bem sobre isto. Um homem solitário geralmente é aquele que não se tornou bom o suficiente para se relacionar com outros. E todas as outras desculpas são apenas desculpas. E elas não serão aceitas no dia do Juízo.


Pr. Ariovaldo 

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IBJ

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Esse é Jesus!


Mensagem original da coluna "Em Poucas Palavras" do site Sou de Glória.com
Um menininho de três anos chegou da escolinha e foi conversar com sua mãe. Mostrando um desenho em quadrinhos que recebera na escolinha, disse:  - Mamãe, esse é Jesus! Jesus me ama!
A mãe concordou balançando a cabeça, surpresa e emocionada com a declaração do filho, e lhe deu um beijo carinhoso no rosto.
            É verdade. Jesus ama o menininho, e ama você, e me ama, e ama todas as pessoas. A sensação de ser amado pelo Senhor Jesus, alcançado por esse amor tão imenso, tão incomparável, anula completamente o peso da vergonha pelos erros que cometemos. Jesus nos ama! Há jeito para nós! Há
um recomeço! A oportunidade de fazer da forma certa é garantida, porque Jesus nos ama!
         Um ano depois, estando o menininho com quatro anos agora, percebendo que havia dormido sozinho no quarto da avó a tarde toda, disse ao se levantar:
 - Eu dormi sozinho, mas Deus ficou do meu lado.
A vergonha que sentimos por conta dos nossos erros nos faz acreditar que seremos deixados. Mas Deus não nos deixa jamais. E nos mostra que a forma como olhamos pra nós, nos sentindo tão diminuídos, falhos, não é a forma como Ele olha pra nós.
         Deus é aquele que diz que nos ama quando nós achamos que não há jeito pra nós. Quando apenas conseguimos apontar os nossos erros, perdendo-nos em nossas próprias angústias, Ele é a luz que brilha diante de nós, querendo nos pegar pela mão e dizer: 
- Calma. Tranqüilize-se. Eu amo você! Vai dar certo! Eu estou aqui!
          Ele não nos deixou quando Jesus estava na cruz. Tampouco o próprio Jesus, pois ficou naquela cruz até o fim. Estava estampando o Seu amor por nós, o quanto acreditava que pudéssemos vencer, crescer, termos um futuro produtivo. E mesmo assim, algumas vezes sentimos essa mensagem passar longe dos nossos corações. Mas Ele volta, insiste, e pela boca dos pequeninos vem falar conosco, lembrar-nos de Seu amor tão simples, tão puro, tão verdadeiro, e tão presente! Amor que não se altera mesmo quando não acreditamos ou não entendemos como Ele pode nos amar assim.
         Esse é Jesus! E isso é o quanto importarmos para Ele!
No amor de Jesus,
Jacqueline Collodo Gomes

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Assim como Zaqueu


Zaqueu, curioso, largou o seu posto só para ver Jesus, mas era tão pequeno! (de estatura e de caráter).
A multidão o impedia, mas ele dá um jeitinho... sobe na árvore.
Quantas vezes saímos do nosso comodismo?
Também queremos ver Jesus!
Mas não conseguimos... há uma multidão à nossa frente!
Multidão de problemas, traumas, mágoas e vícios...
Até conseguimos vê-lo de cima da nossa árvore, mas o mérito está em descer do pedestal da hipocrisia...
NÃO ESCUTAMOS O CHAMADO!
NÃO VAMOS AO ENCONTRO!
Por mais que cresçamos, somos pequenos... como Zaqueu, mas crianças ávidas pelo colo do Pai!
Precisamos desse encontro pessoal, porque não dá mais para ficar longe de Jesus!
“Zaqueu, desce depressa, porque hoje me convém pousar em tua casa”. Lc 19.5
Jesus se convidou para a casa do publicano.
E o que Jesus tem para nos falar?
Tenhamos a coragem de Zaqueu, desçamos da árvore, recebamos Jesus em nossa casa, Ele não fará cobranças. ELE RESTAURA!
Mostra-nos a condição de termos sido criados à imagem e semelhança de Deus!
E Zaqueu se transformou:
Senhor, vou mudar. Jogarei fora o que não presta, devolverei o que roubei, farei faxina na alma.Serei um homem novo.
E Jesus lhe falou:
“Hoje a salvação entrou nesta casa”.
Por que Jesus não lhe disse quando estava sobre a árvore?
Ou quando já estava no chão?
Jesus só disse quando Zaqueu abriu seu coração.
Zaqueu...um homem rico, de vida tão vazia... vazia de Deus!
No fundo daquele coração devia haver o desejo do encontro!
Mesmo os que se drogam, os que se prostituem, os que bebem...
No fundo... têm sede de Jesus!
Precisamos de Jesus, o que se despiu da divindade, o que se fez humano, para que o tocássemos!
Se você vive triste, se a vida é vazia, não busque culpados! Quem fica nas desculpas, não quer ver Jesus, nem é capaz de subir na árvore... quanto mais descer!
Deus é tão maravilhoso que é capaz de entrar na menor abertura que lhe oferecermos!
E murmura ao meu ouvido:
Hoje a salvação entrou nesta casa!


:: Mensagem do programa Noite & Cia

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

A importância da oração


"Porém Ele retirava-se para os desertos e ali orava" (Lc 5:16)

Lucas ressalta mais do que os outros evangelhos a prática da oração na vida e na obra de Jesus. Quando o Espírito Santo desceu sobre Jesus no Jordão, ele estava orando (Lc 3:21); em certas ocasiões afastava-se das multidões para orar (Lc 5:16), e passou a noite e oração antes de escolher os doze apóstolos (Lc 6:12). Ficou "orando em particular" antes de fazer uma pergunta importante aos seus discípulos (Lc 9:18); por ocasião da sua transfiguração, Ele subiu ao monte "a orar" (Lc 9:28); sua transfiguração ocorre "estando Ele orando" (Lc 9:29); e estava "Ele a orar" antes de ensinar aos discípulos a chamada Oração do Senhor (Lc11:1). No Getsêmani, Ele "orava mais intensamente" (Lc 22:24); na cruz, orou pelos outros (Lc 23:24); e suas últimas palavras antes de morrer foram uma oração (Lc 23:46). Está registrado que Ele também orou depois da sua ressurreição (Lc 24:30).
Já deu pra notar que a vida de Jesus na Terra foi marcada pela oração sem cessar, isto não acontecia de forma aleatória, Jesus sabia que todos os seus passos precisavam estar dentro da vontade do pai, Ele sempre dizia: "Seja feita a tua vontade". O Mestre ensinou que devemos estar em contato constante com o Deus, devemos pedir a orientação d'Ele para todas as nossas decisões, devemos ajustar nossos ouvidos para estarmos atentos a sua voz, nada melhor que a oração para ouvi-Lo falar!
Entregue a Deus seus passos, faça uma oração e o peça que Ele seja seu guia, auxiliador, convide-O para morar em seu coração, tenho certeza que será uma experiência marcante! Separe agora 5 minutos para falar com Deus e ganharás teu dia!